quarta-feira, 17 de maio de 2017

O terapeuta ocupacional e o processo de aprendizagem de crianças e adolescentes A participação desses especialistas é de total importância para a vida de estudantes que necessitam de alguma ajuda no aspecto escolar. No entanto, trata-se de algo mais direcionado para questões que envolvam a inclusão motivada por transtornos de coordenação motora, disfunção neuromotora, processamento sensorial ou múltipla deficiência. Enquanto o papel do pedagogo é estimular o saber e as técnicas que promoverão a habilidade pedagógica da criança, o terapeuta ocupacional ficará incumbido dos pontos colocados acima. Há que se ressaltar a participação multidisciplinar de diversos profissionais que trabalham em prol do processo de aprendizagem de uma pessoa. O papel do terapeuta ocupacional está na capacidade do profissional de oferecer as coordenadas ao aluno através de atividades que estimulem as faculdades do corpo com o processo de aprendizagem. Um exemplo a ser dado é o fato de as crianças descobrirem suas habilidades por meio de brincadeiras. Elas servem, então, de ferramentas que incentivam o desenvolvimento e o aprendizado da criança. Além disso, o terapeuta ocupacional pode utilizar tais tarefas para trabalhar os seguintes aspectos sensoriais: visual, audição e tátil (imprescindíveis para o conhecimento da criança, sem contar com a possibilidade da construção de conceitos importantes para sua formação: espaço, tempo, cor, profundidade, etc.). O terapeuta ocupacional e o professor Essa parceria merece bastante atenção, pois um precisa do outro de forma significativa. Ambos podem trabalhar com o aprimoramento de habilidades que refletem na vida acadêmica do aluno, como a coordenação grafomotora, por exemplo. Por meio de atividades lúdicas e pedagógicas, o protagonismo dos dois profissionais tende a promover a evolução do aluno e o acesso a uma qualidade de vida muito melhor. Lu Brites

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