quarta-feira, 30 de junho de 2010

MOBBING

Fases do Mobbing

É tarefa complexa estabelecer uma seqüência típica de fatos no decorrer de um processo de assédio psicológico no trabalho que permita determinar uma série fixa de fases, abrangendo desde seu início até o desfecho, qualquer que seja. Esta impossibilidade se deve, sobretudo, às peculiaridades que em cada caso, os assediadores possam apresentar, as vítimas, o meio e contexto no qual o conflito se desenvolva, assim como o modelo de organização no qual o processo se inicia. Não obstante, Leymann (1990) desenvolveu a partir de suas experiências quatro fases que se dão habitualmente nestes processos:

1ª) Fase de conflito: Conflitos interpessoais normais entre pessoas com interesses e objetivos distintos ou até mesmo incompatíveis geram problemas pontuais, atritos e choques entre as pessoas, os quais poderiam ser resolvidos de forma positiva através do diálogo. Caso contrário, quando estes conflitos pontuais começam a estigmatizar-se, se produz um ponto de inflexão nas relações, constituindo-se em ponto de partida de uma escalada de enfrentamentos.

2ª) Fase de mobbing ou de estigmatização: Nesta fase, o assediador põe em prática toda uma estratégia de humilhações de sua vítima, utilizando para isso, sistematicamente e durante um tempo prolongado, uma série de comportamentos perversos, cujo objetivo é ridicularizar e isolar socialmente a vítima. Esta segunda fase já é propriamente o mobbing. A vítima não consegue acreditar no que está acontecendo e pode chegar inclusive à negação das evidências mediante passividade ou a evitação do fenômeno para o resto do grupo ao qual pertence. Esta fase é de grande duração (segundo Leymann, de um a três anos) e serve para estigmatizar a vítima com o consentimento e inclusive com a colaboração ativa ou passiva do meio.

3ª) Fase de intervenção na empresa: A direção da empresa toma conhecimento do conflito, caso não se trate de uma estratégia empresarial pré-concebida, na qual a origem do problema estaria na própria empresa. Duas formas de atuação podem ser postas em prática, geralmente pelo departamento de recursos humanos ou pela direção de pessoal:

• Solução positiva do conflito – Em uma pequena parte dos casos, a direção da empresa, ao tomar conhecimento do problema, realiza uma investigação exaustiva do mesmo e decide que o(a) trabalhador(a) ou o(a) assediador(a) seja transferido de seu posto de trabalho, descobre a estratégia de humilhações utilizada e articula mecanismos para que a mesma não volte a ocorrer, punindo neste caso o(a) assediador(a);

• Solução negativa do conflito – Normalmente e sem ter um conhecimento exaustivo do caso, devido à sua nula ou escassa investigação, a direção somente encara a vítima como o problema a ser combatido, destacando suas características individuais distorcidas e manipuladas, sem reparar que a origem do mesmo está em outro fator. Desta maneira, a direção da empresa soma-se ao meio que assedia ativa ou passivamente a vítima.

4ª) Fase de marginalização ou exclusão da vida laboral: Esta última fase se encerra com a vítima abandonando seu emprego, muito provavelmente depois de haver passado por vários e prolongados períodos de licença. Os(as) trabalhadores(as) das administrações públicas defrontam-se ao pedir mudanças do local de trabalho, com poucas ocasiões nas quais as mesmas se materializam. Nas empresas privadas parte das vítimas decide permanecer/agüentar heroicamente em seu posto de trabalho passando por um calvário que tem conseqüências deletérias para sua saúde. Alguns sofrem o agravamento do problema, tanto dentro como fora da empresa. Nos casos mais extremos, os trabalhadores(as) assediados podem chegar ao suicídio.

Piñuel y Zabala (2003) inclui uma fase a mais que estaria entre a 3a e 4a de Leymann e que denomina de "Fase de solicitação de ajuda especializada externa e diagnóstico incorreto", assinalando que não existem especialistas que possam abordar um problema cuja origem está na empresa e não na vítima.



Fatores de Risco

Para poder identificar fatores de risco e assim prevenir a violência no trabalho é importante que se entendam suas causas e antecedentes. A natureza da relação entre variáveis individuais, situacionais e organizacionais, e violência/assédio é, até certo ponto, aberta a várias interpretações. Devido à natureza transversal da maioria das pesquisas neste campo, uma relação causal entre estas variáveis e violência/assédio não pode ser estabelecida; porém, a existência de uma relação entre as mesmas, pode. As variáveis discutidas, em geral, são entendidas como "fatores contribuintes" para o aumento da probabilidade de ocorrência da violência em um ambiente de trabalho. Refletindo um desenvolvimento neste campo do conhecimento, o foco está nos fatores ligados à situação e organizacionais, enquanto se reconhece o impacto dos aspectos individuais e dos fatores socioeconômicos (Chappell & Di Martino, 1999; Leather, Brady, Lawrence, Beale & Cox, 1999).

Segundo Menchón (2000), as causas para o aparecimento do mobbing como risco ocupacional devem ser buscadas em fatores de risco psicossocial relacionados ao ambiente de trabalho, em uma inadequada gestão dos conflitos interpessoais por parte dos superiores e nos fatores de risco derivados da organização do trabalho.

Hoel, Cooper e Faragher (2001) referem que a despeito da escassez de evidências, um corpo substancial de pesquisas foi realizado na última década, sugerindo evidências de que o "mobbing" é um importante e autêntico risco psicossocial no ambiente de trabalho, com implicações negativas para indivíduos e organizações.

Zapf e Gross (2001) acrescentam que o mobbing no contexto da teoria do estresse é considerado como um estressor social grave. É provável que explicações unilaterais quanto às causas do mobbing sejam impróprias e que muitos casos sejam, de fato, caracterizados pela multi-causalidade, um achado comum em pesquisas desta natureza (Zapf, 1999).



Efeitos Adversos à Saúde

Pesquisas desenvolvidas com o objetivo de investigar os efeitos do mobbing sugerem que esta situação reduz a saúde psicológica e física de suas vítimas e afeta negativamente seu bem-estar e a eficiência de outros trabalhadores, ao mesmo tempo em que instala a negligência, o absenteísmo e um aumento expressivo do pedido de licenças médicas e afastamentos por doença (Zapf, Einarsen, Hoel & Vartia, 2003).

Nesta direção, sintomas típicos associados à tensão foram relatados como associados ao mobbing no trabalho, tais como insônia, melancolia e apatia. (Björkqvist, Österman & Hjelt-Bäck, 1994; Quine, 1999). Segundo OMoore, Seigne, Mcguire e Smith (1998), 40% das vítimas pesquisadas informam que o mobbing afetou sua saúde física e 43% sua saúde mental e, como conseqüência destes, 26% e 92%, respectivamente, tinham procurado tratamento médico, psiquiátrico ou outra ajuda profissional. Os autores acrescentam que uma entre cinco pessoas relatou estar em uso de medicamentos como conseqüência da experiência.

Di Martino (2002b) refere que várias pesquisas constataram um aumento de estresse e tensão e diminuição do bem-estar psicológico, resultantes do processo de mobbing. Estas elencam os principais efeitos adversos da violência psicológica na saúde: ansiedade, depressão, sintomas psicossomáticos, agressividade, desconfiança, prejuízos cognitivos, tais como, dificuldade de concentração ou de pensar claramente, reduzida capacidade para a resolução de problemas, isolamento e solidão, deterioração das relações interpessoais e transtorno por estresse pós-traumático. Alterações como o transtorno obsessivo, o transtorno bipolar, a depressão e a ansiedade, também foram relatados (Agust & Beas, 2001; González de Rivera, 2001; Leymann, 1997; Piles de la Fuente, 2001).

Em um estudo realizado com trabalhadores de um hospital austríaco, Niedl (1996) afirma que indivíduos que referiam estar sob o processo de mobbing, evidenciaram maiores índices de depressão, queixas psicossomáticas, ansiedade e irritabilidade em um nível estatisticamente significativo, do que aqueles que não estavam sob o processo. Dados semelhantes foram achados em vários outros estudos, e.g., na Alemanha (von de Mackensen Astfeld, 2000) e na Dinamarca (Mikkelsen & Einarsen, 2001). Baseado em um estudo sueco, em nível nacional, Leymann (1992) concluiu que alguns sintomas psicoemocionais, (como irritabilidade, agressividade, prejuízos relativos à memória e à concentração) e outros de origem psicossomática (como desconforto gástrico, perda de apetite e náusea) diferenciaram marcadamente trabalhadores com mobbing e sem mobbing.

Autores como Cervera e colaboradores (2001) e Pérez de Heredia, González, Ramírez, Imaz e Ruiz (2001) corroboram os dados de Leymann (1992) sobre as repercussões do mobbing na saúde física e mental dos trabalhadores alertando para a possibilidade da ocorrência de condutas anti-sociais com tendência a adição a drogas, ou consumo de tabaco e abuso de álcool. Bobes, González e Sainz, (1998) e Leymann (1997) também referem risco de exposição a condutas autolesivas, como conflitos familiares, divórcios e inclusive suicídios, até alterações de ordem fisiológica como a hipertensão. Bruziches e Rinaldi (2000) relatam a ocorrência de problemas dermatológicos, enquanto DElia (1997) e Leymann (1997) falam em alterações digestivas. Já Mahler, Schmidt, Fartasch, Loew e Diepgen (1998) observam uma certa tendência para a exposição do trabalhador submetido a mobbing ao risco de acidentes vasculares e coronarianos.



Prevenção

Trata-se de abordar o mobbing a partir de uma visão sistêmica, global e dinâmica, considerando-o, por sua vez, articulado a um contexto social concreto e determinante (Peiró, 1983). Esta aproximação sistêmica ao mobbing implica em analisar um considerável número de aspectos relacionados ao fenômeno. Dada sua complexidade, a abordagem do fenômeno social do mobbing requer um enfoque multidisciplinar, tanto em sua conceituação como na intervenção para sua prevenção e tratamento. Estas intervenções podem se concretizar em dois campos: a resolução da situação de assédio psicológico e a abordagem das conseqüências do assédio para o próprio sujeito.

Da organização do trabalho se requer como um primeiro eixo estratégico para a abordagem do mobbing, o estabelecimento de planos preventivos, tanto de informação e formação como de implementação de adequados Protocolos de Ação. Estes Protocolos permitiriam orientar a abordagem dos seguintes aspectos: a) Criar uma cultura organizacional que minimize e evite o mobbing; b) Gerar estilos de gestão do conflito e de liderança participativos; c) Dotar as potenciais vítimas de instrumentos de comunicação formal do problema na organização; e d) Dispor de indicadores que circunscrevam a situação da organização com relação ao assédio psicológico, do mesmo modo dado aos acidentes de trabalho. Sugere-se ainda o planejamento de estratégias para a avaliação dos riscos psicossociais da organização do trabalho, a avaliação dos riscos ocupacionais de origem psicológica, psicossocial e organizacionais, e a criação e execução de projetos e planos para o desenvolvimento da qualidade de vida profissional.

O segundo eixo de tratamento do assédio psicológico na organização requer ativar Planos de Ação paliativos dos efeitos do mobbing e curativos das conseqüências que este processo tenha causado aos assediados. O assediado necessita, na maior parte dos casos, de tratamento de urgência. Para tanto, deverão intervir de maneira coordenada e multidisciplinar, os profissionais que contribuirão para a resolução do problema – psicólogos, advogados, médicos, assistentes sociais, entre outros. Este tratamento deve se iniciar a partir de diagnóstico psicológico que estabeleça a estratégia terapêutica a ser seguida frente à análise da sintomatologia apresentada pelo afetado, na qual se combinem ao mesmo tempo os serviços especializados do campo jurídico (Blanco & López, 2002; Velásquez, 2001) para fazer frente aos complexos pormenores do procedimento ou ações legais a empreender.

A concomitância das intervenções psicológica e jurídica, como medida para evitar que o dano continue avançando, possibilitará o fortalecimento da auto-estima e da identidade da pessoa, ajudando-a a recuperar suas emoções positivas articuladas à percepção da auto-eficácia (Cisneros, Medina, Munduate & Dorado, 2000). Estas medidas individuais, a que o sujeito objeto de assédio psicológico pode recorrer, só deveriam ser a ante-sala de um futuro desenvolvimento do enfrentamento do problema em um nível global e sistêmico que sincronize, em primeira instância, os esforços individuais, organizacionais e sociais para eliminar o problema do mobbing.

É surpreendente que algo tão simples, tão evidente e constatado, ou seja, a relação direta existente entre o sucesso empresarial e as relações interpessoais, ainda não tenha sido apreciada pela grande maioria do empresariado. Encontramos-nos, portanto, ante uma situação laboral que se caracteriza por elevados custos humanos, econômicos e sociais, e cujos indicadores mais relevantes podem ser concretizados nos seguintes aspectos: uma perda de potencial profissional para as organizações, um prejuízo difícil de ser reparado no estado de saúde da vítima, uma provável deterioração de suas relações pessoais e familiares e um custo altíssimo ao sistema de saúde e benefícios relacionados.



Considerações Finais

A complexidade do fenômeno "mobbing" como um campo de estudos emergiu recentemente. Há a necessidade de uma homogeneidade da terminologia e conceituação utilizadas de forma a poderem ser compartilhadas por diferentes pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, possibilitando a não fragmentação dos conhecimentos obtidos. Quanto à semelhança dos conceitos etológico e psicológico de mobbing, verificou-se que os mesmos guardam especificidades, sobretudo em relação às implicações evolutivas e ecológicas propostas pela etologia. Pode-se dizer que a princípio, a semelhança entre os conceitos é de ordem morfológica, somente. Uma abordagem evolucionista do mobbing no ambiente de trabalho, no entanto, poderia trazer novas contribuições para o seu entendimento.

Os atos de violência no trabalho provocam uma alteração imediata e geralmente duradoura das relações interpessoais, da organização do trabalho e do entorno laboral em seu conjunto.

Aos empresários recai o custo direto do trabalho perdido e a necessidade de melhorar as medidas de segurança. Entre os custos indiretos podem ser citados: uma menor eficiência e produtividade, a redução da qualidade dos produtos, a perda de prestígio da empresa e a diminuição do número de clientes.

Conclui-se que o "mobbing" ou assédio psicológico no trabalho é uma síndrome psicossocial multidimensional: síndrome porque se apresenta comumente com um complexo de sintomas físicos e psíquicos específicos e inespecíficos não redutíveis a uma configuração típica e facilmente diagnosticável; psicossocial porque afeta o indivíduo, o grupo de trabalho e a organização produzindo disfunções em nível individual e coletivo e multidimensional porque se origina e desenvolve permeando e afetando a todos os níveis hierárquicos da organização e também com importantes repercussões externas.



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Liliana Magalhães Guimarães

Paciência

Tenha Paciência
Você já avaliou quantas coisas boas pode estar perdendo, somente por não exercitar adequadamente a arte da paciência? É certo que suas obras justas têm recompensa e que suas preces dirigidas a Deus,...Você já avaliou quantas coisas boas pode estar perdendo, somente por não exercitar adequadamente a arte da paciência?

É certo que suas obras justas têm recompensa e que suas preces dirigidas a Deus, com fé, serão objeto de resposta, mas o tempo em que isso deva ocorrer nem sempre é aquele que você calcula.

Imagine um agricultor que semeasse, regasse e cuidasse do seu campo, mas, um pouco antes da época da colheita, movido pela impaciência, abandonasse o local; certamente iria vazio de frutos.

Isso pode estar acontecendo a você e é tempo de colocar em prática o que foi feito pelo rei Davi, quando afirmou: “Esperei com paciência no Senhor e Ele ouviu o meu clamor, tirou-me de um charco de lama e firmou meus pés na rocha”.

Leia hoje: Salmos 40:1; Rom 8:25; Hebreus 6:15; Ef. 6:13

Extraído do livro de mensagens: “Ouvindo a Deus”

Pr. Elcio

Perigo do uso dos Suplementos sem prescrição

Os suplementos alimentares estão em alta nas academias. Existem aqueles que prometem aumentar músculos, os que dizem dar mais energia e até os que afirmam eliminar as gordurinhas extras. Mas até que ponto eles são saudáveis e garantem resultados positivos?

"Os suplementos funcionam como um complemento da alimentação. Na maioria dos casos, são indicados para pessoas que apresentam uma carência muito grande de determinado nutriente", explica a nutricionista Camila Garcia, da equipe do setor de Nutrição Preventiva do Hospital do Coração, de São Paulo. "Mas, em geral, uma alimentação equilibrada já faz esse papel, seja para prática de exercícios ou para o dia a dia."

Além disso, os nutrientes mais encontrados nos suplementos podem ser repostos facilmente com um prato de comida bem montado. "A maioria dos suplementos são compostos de carboidratos, proteínas e aminoácidos, que são nutrientes presentes em quantidade suficiente dentro de uma alimentação saudável", diz Camila.

Mas, em alguns casos, eles precisam estar presentes, como explica o triatleta Fabio Keiti."Faz menos de um ano que comecei a fazer uso do suplemento BCAA. Ele protege meu sistema imunológico e ajuda a manter a massa muscular, graças à quantidade de vitaminas e proteínas. Minha alimentação é regulada, mas minha nutricionista resolveu incrementar a dieta já que alguns nutrientes e vitaminas estavam apresentando queda", explica.

Para ganhar músculos
Se o objetivo é ficar com mais músculos, o ideal mesmo é pegar no pesado. Não existe milagre. "Embora muitos suplementos aleguem o benefício de ganhar massa muscular, a única coisa que efetivamente aumenta os músculos é o treinamento. Uma alimentação adequada para o pré e pós-treino é o suficiente para atingir essa meta", explica. Consumir suplementos de proteína pode ajudar. Mas só quando existe uma deficiência do nutriente no organismo ou quando a pessoa não consegue adequar sua alimentação, por ocorrências do dia a dia, por exemplo. Mas, vale lembrar que só uma nutricionista pode fazer esse diagnóstico.

Já o personal trainer, Ivaldo Larentis afirma, que os suplementos também podem ser bem eficientes. "Existem pessoas que não conseguem consumir a quantidade necessária de proteínas no dia a dia, seja por restrições alimentares ou pela falta de tempo, por isso que os suplementos como o Isopro Whey, da Probiótica (o produto contém proteína isolada do soro de leite e não apresenta carboidratos ), podem apresentar resultados positivos", diz o especialista. "Sempre que meus alunos apresentam dificuldade na hora de ganhar músculos, sugiro uma consulta a um nutricionista", diz.

Para emagrecer
Melhor não se iludir e não atribuir às cápsulas o mérito por secar os quilinhos. "Os suplementos apresentam muita água na composição, fato que não afeta em nada a dieta. Além disso, os exercícios já colaboram para perda de peso, o que faz as pessoas acreditarem que seja um efeito decorrente dos suplementos", diz. "Para emagrecer, o melhor é aliar exercícios e uma dieta restrita em calorias".

Mas a nutricionista também sugere que alguns suplementos podem ajudar a aumentar o metabolismo do corpo, o que acelera o processo de perda de peso. "Alguns nutrientes, presentes em determinados suplementos, ajudam a acelerar o metabolismo, graças a quantidade de pó de guaraná, mas vale lembrar que essa mesmo substância exige moderação. Consumida em excesso, pode até levar a um ataque cardíaco", explica.

O tempo que cada pessoa leva para perder peso, mesmo com o adicional dos suplementos, depende exclusivamente da alimentação e da carga de exercícios que ela apresenta. "Eu gosto do Ripp ABS, da Probiótica, um produto elaborado com guaraná e mate enriquecido com vitaminas e minerais em cápsulas. Mas meus alunos só fazem uso dele depois de uma conversa com o nutricionista", ressalta o personal.

Para ganhar energia
Quer ganhar mais energia? Não precisa de suplementos, basta deixar o estresse de lado. "Os suplementos que garantem o aumento de energia precisam de indicações e prescrições médicas. Para aumentar a energia de um modo natural e saudável, basta manter uma alimentação adequada, exercícios regulares, sono de boa qualidade e controle do estresse", explica.

Mas, se está difícil se livrar dos problemas do dia a dia, converse claramente com a nutricionista, pois só ela pode indicar o suplemento ideal para você. "Em alguns casos (como pessoas que apresentam baixa ingestão de carboidratos), os suplementos para o aumento da energia podem ser utilizados. Mas vale lembrar, que eles devem ser ingeridos enquanto a nutricionista e o pacientes buscam outras alternativas para melhorar o caso", explica.

O personal Ivaldo Larentis diz que os suplementos para garantir energia são a base de vitamina C e vitaminas do complexo B. "A maioria dos suplementos se resumem nessas vitaminas, mas outros apresentam carboidratos com índice glicêmico para uma mais rápida reposição de glicogênio muscular (a fonte de energia armazenada nos músculos)."

Os perigos do uso sem prescrição
O uso de suplementos sem indicação médica oferece diversos riscos para a saúde. Entre eles, o fígado e os rins estão na lista dos pontos mais prejudicados, já que a maioria dos suplementos apresentam uma grande quantidade de proteínas que sobrecarregam esses órgãos. "Em excesso, os suplementos podem levar ao ganho de peso e gordura corporal. Isso acontece porque, quando combinados a uma alimentação inadequada, eles aumentam a quantidade de calorias que não conseguem ser revertidas para massa muscular, principalmente, se existe a sobrecarga de nutrientes, como as proteínas", explica a nutri.

"Suplementos só devem ser utilizados sob orientação profissional. Existem muitas fórmulas com diversos ingredientes. Deve-se avaliar qual é a real necessidade de sua utilização. Existem pessoas, por exemplo, que apresentam dificuldade de quebra de comidas e absorção de nutrientes; essas sim devem fazer a utilização dos suplementos alimentares", explica.
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Refrigerantes aceleram o envelhecimento...

Especialistas apontam os refrigerantes como inimigos da saúde, pois carregam boas doses de açúcar e sódio, que favorecem o ganho de peso e retém líquido.

Agora, a ciência aponta mais um motivo para bebê-los com moderação. Uma pesquisa da Universidade de Harvard, dos Estados Unidos, apresenta os altos níveis de fosfato encontrados na bebida como um dos fatores de aceleramento do envelhecimento precoce.

Segundo os pesquisadores, elevados níveis de fosfato podem acelerar os sinais de envelhecimento, aumentando a prevalência de doenças relacionadas com a idade, como doença renal crônica e calcificação cardiovascular, além de induzir à atrofia muscular e da pele.

Para chegar a tal conclusão, os pesquisadores analisaram os efeitos do nutriente em 200 voluntários e os resultados foram surpreendentes: dos 200 voluntários avaliados durante seis semanas de pesquisa, 90 apresentaram sinais de envelhecimento celular após consumir dois copos de refrigerante por dia.

60 tiveram sintomas de doença renal, e apenas 50 não sofreram nenhuma alteração com a ingestão da bebida. De acordo com os pesquisadores, quando o fosfato entra no organismo, reage com as substancias responsáveis pelo metabolismo celular acelerando o processo de envelhecimento.
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O fosfato é encontrado naturalmente em alguns grãos, leite, gema do ovo, mas é adicionado em quantidades maiores em refrigerantes, chocolates, pirulitos, balas, doces industrializados, sorvetes, ketchup, maionese e pratos prontos, incluindo os congelados.

Estresse engorda?

A maioria das pessoas e até mesmo médicos e nutricionistas costumam dizer que são dois os fatores que levam às pessoas a ganharem peso: comer muito e se alimentar de forma errada. De alguns anos para cá, no entanto, vários estudos científicos publicados em revistas importantes demonstram que pessoas que sofrem de stress, angústia, ansiedade e depressão ganham peso mais facilmente.

Existem duas pequenas glândulas chamadas de suprarenais que, sob situação de stress, são estimuladas a produzirem alguns hormônios, entre eles o cortisol. Há muito tempo as pessoas sabem que quem usa remédio à base de cortisona costuma ganhar peso, mas só recentemente se descobriu que a quantidade desse hormônio está aumentando em pessoas que têm
alterações emocionais. O pior de tudo é que as pessoas que ganham peso devido ao stress tendem a acumular gordura na região abdominal, aumentando as chances de desencadear doenças como o diabetes, a pressão alta, infarto e derrame.

Além do cortisol, sabe-se que a serotonina, outro neurotransmissor -



mensageiro que ativa o cérebro, também influência o comportamento alimentar. Quando encontrada em níveis baixos no cérebro, pode causar sintomas de tristeza e depressão, sem contar que aumenta a compulsão pela comida, principalmente de carboidratos. Algumas mulheres que sofrem de tensão pré-menstrual (TPM), por exemplo, apresentam níveis baixos de seretonina durante esse período, o que pode transformá-las em verdadeiras chocólatras.

Mas o que fazer para evitar doenças como a depressão, síndrome do pânico e ansiedade que, assim como o estresse, também podem ser conseqüência da vida moderna e do fenômeno de globalização?

Em primeiro lugar é importante ter consciência de que estes são fatos reais e que devemos investir numa atividade física regular, pelo menos três vezes por semana. O exercício ajuda a aumentar naturalmente os níveis de seretonina do organismo. Técnicas como a ioga e meditação ajudam a baixar e até mesmo controlar o stress, melhorando a nossa qualidade de vida. Dormir bem também é fundamental, bem como procurar dedicar mais tempo à família e aos amigos.

Para os casos mais graves, hoje já existem medicamentos que podem auxiliar no tratamento. Porém, eles só devem ser ingeridos mediante prescrição e acompanhamento médico.
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MITO

Além de aumentar os riscos de doenças cardiovasculares, o hábito de fumar pode estar associado ao aumento de obesidade, de acordo com um novo estudo da Universidade de Navarra, na Espanha. Para chegar a esta conclusão, os cientistas avaliaram mais de 7,5 mil pessoas com mais de 50 anos de idade em um período de quatro anos. Por meio da análise do índice de massa corporal e dos níveis de atividades físicas de cada um, os pesquisadores descobriram que os não-fumantes tinham ganhado menos peso do que os fumantes e ex-fumantes.

A pesquisa, publicada na Revista Espanhola de Cardiologia, indicou ainda que aqueles que fumavam mais cigarros por dia e largaram o vício durante o estudo foram os que ganharam mais peso, contrariando o mito de que fumar pode emagrecer.
Como o aumento de peso foi demonstrado especialmente em ex-fumantes e em fumantes que continuam a fumar, os cientistas ressaltaram a necessidade do desenvolvimento de abordagens para a prevenção do hábito de fumar.

Os especialistas ressaltam que muitas pessoas, principalmente as mulheres, deixam de largar o vício com medo do aumento do peso. No entanto, apesar de os voluntários que abandonaram o cigarro terem apresentado os maiores aumentos no peso, eles têm benefícios significativos por largar um dos fatores de risco para doenças cardiovasculares, ao passo que os fumantes continuam a enfrentar uma combinação extremamente perigosa - nicotina e sobrepeso.
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Ciclo Menstrual

A menstruação foi até pouco tempo um tabu em relação á prática de exercícios físicos. Porém, a partir da década de 50, com o desenvolvimento dos anticoncepcionais e dos absorventes mais anatômicos , além do aumento de pesquisas sobre o tema, a rotina da mulher esportista foi reduzida a uma questão de escolha. A prática do exercício físico na fase da menstruação é uma decisão pessoal de cada uma. "Não há contra-indicações para mulheres nessas condições. Se ela já é atleta, ela vai adaptar em qualquer fase do ciclo", diz a ginecologista do esporte Eliana Viana Zucchi, da Unifesp. Mas, apesar disso, o desempenho físico da mulher pode variar de acordo com as fases do ciclo menstrual, graças às alterações hormonais e físicas que ocorrem em cada período.

O ciclo menstrual, que dura de 28 a 32 dias, é composto por três fases: Luteinica, Folicular e Ovulatória. A cada fase menstrual ocorrem elevações e diminuições cíclicas dos hormônios ovarianos estrógeno e progesterona. As alterações têm efeitos definidos na aptidão física e desempenho atlético. Entenda as peculiaridades de cada fase e como adaptá-las a uma rotina de atividades físicas prazerosas.
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Fase 1: Irritabilidade com o treino

A chamada fase luteiníca acontece quando um folículo do ovário, que estava em crescimento se rompe quando não há fecundação e, por isso, o óvulo se transforma em uma massa amarela que amadurece e acaba por ser levada pelo sangue. Nessa fase, os sintomas da TPM aparecem e a mulher fica menos paciente com o treinamento, por causa dos sintomas típicos, como enxaqueca, irritabilidade, retenção de líquido e prisão de ventre.

Quando a menstruação vem, a mulher fica mais sensível e mais influenciada pela indisposição causada por cólicas abdominais, cansaço e inchaço. Por isso, o rendimento físico tende a cair um pouco. "Nessa fase, a mulher geralmente tem grande variações do humor, podendo ainda ter enxaquecas, dores lombares fortes e cólicas de trompa. Além disso, a hemorragia uterina, além de desconfortável, pode diminuir um pouco o estado de hidratação e o volume do sangue na corrente sanguínea. Tudo isso, causa indisposição e compromete o rendimento físico", explica Cassiano Merussi Neiva, professor e pesquisador Chefe do laboratório de Metabolismo e Fisiologia do Esforço, da Unesp.

Assim, como nesse período a mulher fica mais vulnerável, ela pode maneirar nos exercícios físicos mais pesados. "Para evitar a perda excessiva de sangue, o organismo da mulher produz uma substância chamada prostaglandina, que provoca contração uterina. Por isso, o ideal é evitar atividades muito intensas. Exercícios mais relaxantes, comoioga e alongamento podem ser boa pedida."
Fase 2: Melhora gradativa

O período folicular é o processo de crescimento do folículo do ovário, que demora mais ou menos 14 dias. No final desse período, o organismo da mulher fica mais apto para fazer atividades cotidianas, pois há menos retenção de líquido e maior consumo de oxigênio. "Na segunda metade da fase folicular, a mulher apresenta um aumento gradativo de sua disposição ao trabalho físico (ao exercícios, por exemplo) e também um aumento de sua capacidade aeróbia frente ao exercício, bem como da capacidade de exercer força muscular", afirma o pesquisador da Unesp. As mulheres podem aproveitar esse aumento do rendimento para se dedicar aos exercícios aeróbicos, contínuos e prolongados, como por exemplo, nadar, correr, caminhar ou praticar step e body jump.
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Fase 3: tudo liberado!

Por volta do 15° dia, o folículo rompe-se e dá início a ovulação. Nesse período, o óvulo pode ser fecundado, mas, caso isso não acontecer, ele continua seu percurso, compondo a fase ovulatória. "A predisposição feminina aumentará ainda mais na fase ovulatória, pois se dará o início de uma elevação das concentrações de progesterona, hormônio feminino que é fruto da atividade dos ovários e que serão juntamente com outros hormônios, responsáveis pela manutenção da capacidade aumentada para realizar esforço físico e dos picos de força", afirma Cassiano Neiva.

Dessa forma, no decorrer dessa fase, a mulher conseguirá desempenhar bem todo e qualquer tipo de exercício físico. Como ensina o pesquisador: "essas características permanecerão até o final da fase da ovulação e começaram a declinar novamente com a chegada da fase lútea, completando o ciclo", diz o especialista da Unifesp.

Agora que você já sabe quando estará mais disposta às atividades físicas, que tal fazer um cronograma do que treinar de acordo com cada fase? Assim, além de melhor aproveitamento do treino, conseguirá melhorar a sua qualidade de vida.
Prepare-se para a Menopausa

Com o fim do ciclo menstrual, a mulher vive uma série de alterações que a deixam mais sensível, pois ela precisa lidar com diversas transformações: como envelhecimento, perda da beleza, exaltação de sentimentos. Por isso, a ginecologista Eliana Viana explica que é importante que a mulher faça exercícios físicos. "Trinta minutos ao dia são suficiente para que a mulher prevenir os problemas que começam aparecer nessa fase: acúmulo de gordura, osteoporose e diabetes. Além disso, o esporte lhe dará um convívio social que a ajudará a enfrentar a menopausa com mais disposição", explica Eliana.

PÍLULAS

Pode acreditar: você vai reconhecer o seu parceiro ideal quando ele surgir à sua frente, e isso vai acontecer pelo cheiro. Isso é, se o seu anticoncepcional permitir. Não entendeu? A gente explica: uma pesquisa feita na Universidade de Liverpool (Inglaterra) acaba de comprovar que as mulheres habituadas à pílula têm dificuldades para perceber o cheiro do homem geneticamente perfeito.

O instinto feminino inclui uma sensibilidade olfativa especial, que as atrai para homens capazes de gerar filhos saudáveis. Mas quando fazem uso da pílula, essa capacidade cai. Os especialistas afirmam que a escolha é determinada por feromônio e, sob efeito do anticoncepcional, as mulheres não conseguem identificar o parceiro ideal.

A pesquisa realizada consistia em fazer com que as mulheres cheirassem odores masculinos e indicassem as suas preferências. A conclusão foi de que aquelas que tomavam a pílula tinham escolhas diferentes de quem não fazia uso. Já quem passava a tomar o remédio, mudava de opinião sobre uma escolha já feita.

Para o ginecologista da Unifesp, Cláudio Bonduki, isso não é desculpa para largar a proteção de lado. "Excesso de oleosidade na pele ou no cabelo, cólicas menstruais e até dor-de-cabeça podem ser tratados com pílulas", esclarece o profissional. Sem esquecer o fato de que com as melhoras feitas no medicamento, é possível tomá-lo por longos períodos, sem a necessidade de fazer pausas, como era indicado antigamente.

A boa notícia fica por conta dos cientistas que estudam a criação da pílula anticoncepcional masculina, evitando possíveis enganos na hora da escolha do parceiro ideal. Existirão duas opções básicas: as pílulas hormonais e as não-hormonais. A abordagem hormonal é, atualmente, a mais próxima da realidade e da aplicação clínica, avalia o especialista Antônio Marmo Lucon, doutor em urologia do Departamento de Urologia da Universidade de São Paulo. Neste caso, os hormônios liberados pela pílula bloqueariam temporariamente a produção de espermatozóides, sem afetar a virilidade ou sexualidade masculina , esclarece o profissional.

De acordo com a pesquisa, também foi levado em consideração que muitos relacionamentos podem acabar devido a percepção na alteração do odor, pois os cientistas acreditam que este fator é fundamental para manter acesa a paixão.
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TPM

Estatísticas demonstram que 75% das mulheres têm TPM, sendo 8% delas em um grau elevado. Porém, 7% nunca tiveram sintomas do distúrbio. Pode ocorrer durante toda a vida reprodutiva da mulher e é mais freqüente entre os trinta e quarenta anos de idade independentemente de nível cultural, raça ou cultura. Traz conseqüências sócio-econômicas importantes, como falta no trabalho e demissões, tem relação com o aumento de acidentes - devido à falta de concentração, cefaléia e letargia - e também da criminalidade feminina.

A TPM é caracterizada por humor depressivo, ansiedade e tensão, irritabilidade, agressividade e dificuldade nos relacionamentos pessoais, entre outros sintomas que desaparecem ao término do sangramento menstrual.

A teoria mais aceita da TPM é que seja um distúrbio causado por alterações bioquímicas dos hormônios e variações nos neuro-transmissores, influenciado por hábitos alimentares, pelo estilo de vida e até mesmo pela hereditariedade.

Homens também sofrem

A TPM pode tornar a vida da mulher mais difícil e, conseqüentemente, a do homem mais complicada, seja ele pai, namorado, amigo, chefe ou funcionário. A maioria tem dificuldade em compreender os sintomas e muitos os consideram "frescura" feminina ou um problema psicológico.

Não há um tratamento padronizado para a TPM. Cada caso deve ser analisado individualmente para que, através da prevalência de determinados sintomas, seja possível definir o tratamento adequado. Em geral, os tratamentos, que devem ser integrados, são divididos em farmacológico, psicológico, com dieta alimentar, com prática de exercícios, com acupuntura e com terapia floral.

Tipos predominantes

Segundo o diretor clínico do Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia e coordenador da Unidade Multidisciplinar de Tratamento da TPM, Arnaldo Schizzi Cambiaghi, existem quatro tipos predominantes de TPM. O primeiro grupo abriga mulheres com predomínio de ansiedade e agressividade. O segundo, as com grande alterações afetivas, principalmente sintomas depressivos.



Já no terceiro grupo, estão mulheres que apresentam muitas queixas de ordem física, resultantes do acúmulo de retenção de líquidos. E no quarto e último grupo, encontram-se mulheres com alterações alimentares, desde a falta de apetite até o desejo insaciável de determinado tipo de alimento.

Como amenizar a TPM

"Todas essas mudanças podem tornar a vida tanto da mulher quanto do homem mais difícil. Basta olhar a sua volta para constatar que sempre estamos próximos de mulheres que podem sofrer desse mal. Pais, namorados, amigos, chefes e funcionários, na maioria das vezes, têm dificuldade em compreender os sintomas", explica Cambiaghi que ainda dá dicas para amenizar a TPM.
Estatísticas demonstram que 75% das mulheres têm TPM, sendo 8% delas em um grau elevado. Porém, 7% nunca tiveram sintomas do distúrbio. Pode ocorrer durante toda a vida reprodutiva da mulher e é mais freqüente entre os trinta e quarenta anos de idade independentemente de nível cultural, raça ou cultura. Traz conseqüências sócio-econômicas importantes, como falta no trabalho e demissões, tem relação com o aumento de acidentes - devido à falta de concentração, cefaléia e letargia - e também da criminalidade feminina.

A TPM é caracterizada por humor depressivo, ansiedade e tensão, irritabilidade, agressividade e dificuldade nos relacionamentos pessoais, entre outros sintomas que desaparecem ao término do sangramento menstrual.

A teoria mais aceita da TPM é que seja um distúrbio causado por alterações bioquímicas dos hormônios e variações nos neuro-transmissores, influenciado por hábitos alimentares, pelo estilo de vida e até mesmo pela hereditariedade.

Como amenizar a TPM

"Todas essas mudanças podem tornar a vida tanto da mulher quanto do homem mais difícil. Basta olhar a sua volta para constatar que sempre estamos próximos de mulheres que podem sofrer desse mal. Pais, namorados, amigos, chefes e funcionários, na maioria das vezes, têm dificuldade em compreender os sintomas", explica Cambiaghi que ainda dá dicas para amenizar a TPM.



"Para as mulheres, ligue para seus amigos para não cair em depressão, cigarro, as bebidas alcoólicas e os doces quando estiverem com elas.
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Sindrome dos ovários policísticos

Mulheres com síndrome dos ovários policísticos, o desequilíbrio hormonal mais comum em mulheres em idade reprodutiva, podem ser mais vulneráveis à exposição ao produto químico bisfenol A (BPA), encontrado em muitos artigos domésticos de plástico, de acordo com um novo estudo.

Os resultados serão apresentados na Sociedade de Endocrinologia, reunião anual em San Diego, nos Estados Unidos. Os pesquisadores analisaram 71 mulheres com a síndrome e 100 mulheres saudáveis, divididas em subgrupos separados por idade e composição corporal (obeso ou magro).

Os níveis sanguíneos de BPA foram quase 60% maiores em mulheres magras com a doença e mais de 30% em mulheres obesas com a síndrome. O estudo concluiu que o BPA, uma substância conhecida por desregular hormônios, é associada com níveis mais altos de hormônios masculinos no sangue de mulheres com a síndrome dos ovários policísticos, quando comparadas com mulheres saudáveis.
"As mulheres com a síndrome dos ovários policísticos devem estar alerta em relação a este contaminante ambiental de potenciais efeitos adversos sobre os aspectos reprodutivos de seu problema de saúde", disse Evanthia Diamanti-Kandarakis, co-autora do estudo e professora da Universidade da Escola Médica de Atenas, na Grécia. A secreção excessiva de andrógenos, hormônios que promovem a masculinização é comum na síndrome dos ovários policísticos, que também aumenta o risco de infertilidade, obesidade, diabetes tipo 2 e doença cardíaca.

Estudos anteriores mostram que o BPA é elevado em mulheres que tiveram abortos espontâneos recorrentes. Este produto químico pode entrar na corrente sanguínea a partir de alimentos e bebidas servidos em recipientes de plástico rígido em policarbonato ou revestidos com resinas epóxi.

A mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos, fator que pode afetar a fertilidade feminina. "O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona produzida pela mulher interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário, impedindo a ovulação", de acordo com o ginecologista Joji Ueno.
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terça-feira, 29 de junho de 2010

OSTEOPOROSE

Osteoporose

A diminuição da massa óssea é chamada de osteoporose e as regiões mais afetadas são punho, coluna vertebral e colo do fêmur; essa doença óssea pode ser diagnosticada por tomografia computadorizada. Mulheres acima de 65 anos devem fazer este exame, uma vez que já se encontram na menopausa. Com a diminuição e alterações hormonais os ossos se tornam porosos e quebradiços, podendo fraturar com facilidade (fraturas espontâneas).

Como podemos prevenir a osteoporose
Ter uma alimentação saudável, principalmente rica em cálcio, é o melhor meio de prevenir a osteoporose. O cálcio está presente nos derivados do leite, nos vegetais de folha verde escura (brócolis, couve, espinafre, etc.), nos cereais e no feijão branco. Deve-se evitar o excesso de sal, cafeína, gorduras e açúcares, pois aumentam o risco da doença.
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Aminoácidos

BCAA: aminoácidos que recuperam a musculatura

Suplemento muito consumido e conhecido por atletas e praticantes de atividade física, o BCAA é a junção de 3 aminoácidos de cadeia ramificada (valina, leucina e isoleucina) em um mesmo produto. Consequentemente esses aminoácidos estimulam a síntese proteica, fazendo a manutenção da massa muscular; recupera o músculo das lesões que se originam durante o exercício físico.

Indicação:
- Exercícios de longa duração;
- Anticatabólico;
- Recuperação muscular;
- Aumento ou manutenção da massa muscular;
- Diminuição da fadiga central.
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Uva proteção cardiovascular...

Uva, proteção cardiovascular

Fruta rica em carboidratos, vitaminas A, B e C e minerais como cálcio, ferro, fósforo, magnésio, sódio e potássio, a uva apresenta flavonóides que aumentam as taxas de colesterol bom (HDL) e ajudam a inibir a produção de substâncias responsáveis pelo enrijecimento das artérias, prevenindo infartos. Capaz de dilatar as artérias e, consequentemente, reduzir a pressão sanguínea, apresenta aproximadamente 20 antioxidantes diferentes que funcionam em conjunto para combater os radicais livres. Os antioxidantes encontram-se na casca e nas sementes e, quanto mais vibrante for a cor da casca, maior o seu poder benéfico.
Consumir uvas brancas ou verdes não possui o mesmo efeito, pois não apresentam os flavonóides encontrados nas uvas pretas e rosadas. Deve-se dar preferência para o consumo da fruta fresca e não para a ingestão de sucos ou vinhos, pois estes apresentam açúcares e álcool.

Características:
- Antienvelhecimento;
- Combate doenças cardiovasculares;
- Previne o câncer;
- Combate dores articulares;
- Previne Alzheimer.
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Vitaminas da gema do ovo

Vitaminas da gema do ovo

A gema do ovo é rica em gorduras, ácidos graxos saturados e monoinsaturados, ácidos poliinsaturados, colesterol, cálcio, fósforo, ferro, potássio, sódio, vitamina A e D, riboflavina e niacina. Nela encontramos uma substância chamada luteína, antioxidante que combate radicais livres.

Vitamina A:
Aumenta a resistência contra infecções, fortalece os dentes, unhas e cabelos e previne de doenças respiratórias.

Tiamina:
Fornece oxigênio para o cérebro, equilibra o sistema nervoso e diminui dores musculares e cólicas.

Riboflavina:
Necessária para a formação das hemácias, produção de anticorpos, respiração celular e crescimento.

B12:
Auxilia na formação dos glóbulos vermelhos, contribui para a memória e diminui a irritabilidade.

Vitamina E:
Oxidante que beneficia a fertilidade, retarda o envelhecimento, previne câimbras nas pernas e evita fadiga.

Biotina:
Auxilia o metabolismo, previne a calvície e diminui dores musculares.

Fósforo:
Forma os ossos e os dentes, previne pedras nos rins e auxilia no tratamento da diabetes.

Ferro:
Fornece oxigênio para o organismo, ajuda a formar o sangue, auxilia no tratamento da anemia e diminui as cólicas menstruais.
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Frutas que podemos comer durante as refeiçoes

Que frutas podemos consumir com as refeições?

Algumas frutas devem ser evitadas durante o consumo de outros alimentos, pois prejudicam a digestão: melancia, banana, caqui, uva, maçã, etc. No entanto, existem frutas que facilitam a digestão devido à presença de enzimas que auxiliam e aceleram a digestão das proteínas.

Mamão
Fonte de vitaminas A, B, e C, ferro, cálcio e fósforo.
Benefícios:
- auxilia na digestão (presença da enzima papaína);
- laxante;
- combate as doenças da pele causadas pela falta de vitaminas A;
- previne da cegueira noturna;
- evita queda de cabelo.

Abacaxi
Fonte de potássio, magnésio, cálcio, vitaminas B1, C e D.
Benefícios:
- auxilia na digestão (presença da enzima bromelina);
- reduz o apetite;
- acelera a passagem do alimento pelo estômago;
- previne o envelhecimento;
- diurético;
- combate as aftas e todas as afecções da mucosa.
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Transtornos Mentais

No Brasil, 23 milhões de pessoas (12% da população) necessitam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões de brasileiros (3% da população) sofrem com transtornos mentais graves e persistentes. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, apesar de a política de saúde mental priorizar as doenças mais graves, como esquizofrenia e transtorno bipolar, as mais prevalentes estão ligadas à depressão, ansiedade e a transtornos de ajustamento.

Em todo o mundo, mais de 400 milhões de pessoas são afetadas por distúrbios mentais ou comportamentais. Os problemas de saúde mental ocupam cinco posições no ranking das dez principais causas de incapacidade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Dados da OMS indicam que 62% dos países têm políticas de saúde mental, entre eles o Brasil. No ano passado, o país aplicou R$ 1,4 bilhão em saúde mental.

Desde a aprovação da chamada Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216/2001), os investimentos são principalmente direcionados a medidas que visam a tirar a loucura detrás das grades de hospícios, com a substituição do atendimento em hospitais psiquiátricos (principalmente das internações) pelos serviços abertos e de base comunitária.

Em 2002, 75,24% do orçamento federal de saúde mental foram repassados a hospitais psiquiátricos, de um investimento total de R$ 619,2 milhões. Em 2009, o percentual caiu para 32,4%. Uma das principais metas da reforma é a redução do número de leitos nessas instituições. Até agora, foram fechados 17,5 mil, mas ainda restam 35.426 leitos em hospitais psiquiátricos públicos ou privados em todo o país.

A implementação da rede substitutiva - com a criação dos centros de Atenção Psicossocial (Caps), das residências terapêuticas e a ampliação do número de leitos psiquiátricos em hospitais gerais - tem avançado, mas ainda convive com o antigo modelo manicomial, marcado pelas internações de longa permanência.

O país conta com 1.513 Caps, mas a distribuição ainda é desigual. O Amazonas, por exemplo, com 3 milhões de habitantes, tem apenas quatro centros. Dos 27 estados, só a Paraíba e Sergipe têm Caps suficientes para atender ao parâmetro de uma unidade para cada 100 mil habitantes.

As residências terapêuticas, segundo dados do Ministério da Saúde referentes a maio deste ano, ainda não foram implantadas em oito unidades federativas: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Rondônia, Roraima e Tocantins. No Pará, o serviço ainda não está disponível, mas duas unidades estão em fase de implantação. Em todo o país há 564 residências terapêuticas, que abrigam 3.062 moradores.

Desconheço o autor

5 Armadilhas que destroem a a limentação saudável

5 armadilhas destroem a alimentação saudável, fuja delas

Seguir as orientações contidas na pirâmide alimentar para manter uma alimentação saudável é uma ótima iniciativa. Mas os planos para equilibrar a saúde podem ir por água abaixo (e ponteiro acima) se você não tomar cuidado na horade combinar as porções.

Para fugir dos erros comumente cometidos pelos iniciantes no método, a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella, montou uma lista com os erros mais comuns. Veja se as dúvidas a seguir já rondaram sua cabeça na hora de montar seu prato guiado pela pirâmide e saiba como escapar dessas armadilhas, da melhor maneira.

Armadilha: Ficou difícil resistir à macarronada do almoço e você não pensou duas vezes na hora de encher o prato de carboidratos. Como não quer extrapolar as porções que tinha programado para o dia todo, resolve banir o nutriente do restante das refeições.

Dica: Faça um planejamento antecipado para não restar dúvidas sobre o número e a quantidade das porções que você precisa ingerir durante o dia. A princípio, parece um pouco trabalhoso. Mas basta fazer os cálculos no primeiro dia e seguir essa organização nos outros, usando atabela de substituições como guia , ensina a nutricionista. Se você escorregar em alguma refeição, nada de ficar rearranjando os grupos alimentares. O conselho da especialista é manter o planejamento como se o deslize não tivesse acontecido. Tentar consertar o erro pode gerar confusão e fazer com que nutrientes importantes para o organismo não sejam ingeridos na quantidade adequada , ressalta Roberta.
Evite esse erro

Armadilha: Seu objetivo é contar com os princípios da pirâmide alimentar para emagrecer. Por isso, você toma muito cuidado com o grupo dos cereais, pães, tubérculos e raízes, rico em carboidratos. Você dispensa algumas porções e garante o baixo valor calórico do seu cardápio.

Dica: A pirâmide nada mais é do que a representação global de um cardápio balanceado. O maior cuidado ao segui-la deve ser para que todos os grupos alimentares estejam presentes na alimentação na quantidade mínima , alerta Roberta. Ou seja, se a quantidade indicada. Isso diminui a possibilidade de excessos na alimentação, já que você não chega faminto à próxima refeição.
Use a criatividade e escolha um cardápio diversificado

Armadilha: Como você não tem o costume de comer à noite, prefere agrupar as porções que deveriam compor o jantar com as do almoço. Afinal, o que vale é a soma final das porções dos grupos alimentares indicadas pela pirâmide.

Dica: A pirâmide alimentar estimula o bom hábito à mesa. Portanto, não é recomendado concentrar os grupos alimentares em poucas refeições , explica Roberta. O conselho da nutricionista do Minha Vida é optar por alimentos de fácil digestão e que façam parte da sua rotina alimentar.

Se você não está acostumado a jantar, substitua os alimentos típicos dessa refeição por outros que podem montar um lanche. Troque o arroz por pão, a carne por um embutido e assim por diante. Mas é importante seguir as porções de cada grupo , diz. Para acertar nos mandamentos da pirâmide, fuja da monotonia

Armadilha: Definitivamente, você não é fã das hortaliças e elas não fazem falta nenhuma no seu cardápio. Por isso, você nem se preocupa com as porções deste grupo alimentar. O melhor a fazer é riscá-las do menu e ingerir as calorias referentes a essas porções com outros grupos.

Dica: Deixar algum grupo alimentar de lado, segundo Roberta, não prejudica o andamento da pirâmide. Mas o propósito de criação dela é justamente oferecer uma alimentação rica em todos os nutrientes. Excluir os legumes, por exemplo, terá como conseqüência a carência de minerais e vitaminas, fundamentais para o corpo. Também é importante lembrar que nenhum grupo substitui outro. A conclusão é que deixar de ingerir legumes para aumentar a quantidade de porções das frutas não é atitude acertada. Uma alimentação adequada requer variedade alimentar decorrente da ingestão de alimentos pertencentes a todos os grupos alimentares
www.minhavida.com.br

LOW FOOD

A primeira vez que tive contato com o Slow Food foi, em 1992, quando passeava por Roma, mais precisamente na Piazza di Spagna e ouvi a história da inauguração do primeiro McDonald's localizado bem em frente de onde eu estava.

O que havia acontecido? Os donos dos restaurantes vizinhos, para se oporem ao fast food, distribuíram, de graça, pratos de spaghetti al sugo para a população, evitando assim, que entrassem naquele estabelecimento por eles tão maledetto.

Eu não sei bem exatamente quando isso aconteceu, mas sei que foi criado na Itália, em 1986, o Movimento Slow Food. O movimento, criado por Carlo Petrini, não se opõe ao fast food somente na velocidade em que se faz uma refeição.
Se opõe também, ao ritmo frenético da vida atual, ao desaparecimento das tradições culinárias regionais, ao decrescente interesse das pessoas na sua alimentação, na procedência e sabor dos alimentos e em como nossa escolha alimentar pode afetar o mundo.

Tenho certeza de que muitos de vocês selecionam alimentos saudáveis e se preocupam com a dieta sem saber que existe um movimento criado para divulgar o direito e o prazer de se alimentar de forma correta e saudável. Isso tudo se resume em qualidade de vida. A qualidade do que comemos e a qualidade de onde vivemos.
Cris Macarrone

Espante a TPM

Você sabe qual a sigla que mais assombra as mulheres? TPM. Isso mesmo. A TPM é sinônimo de inchaço, mau humor, fome descontrolada, vontade de comer chocolate, dor nos seios e "otras cositas mas". Por isso, se você é mulher e quer espantar de vez os sintomas indesejáveis da tensão pré-menstrual, a nutrição pode lhe ajudar bastante. Confira algumas dicas abaixo:

- Beba bastante líquido
A água desintoxica o organismo e ajuda a desinchar. Tomar muito chás (menos mate e preto), sucos naturais, água de côco, sopas (sem creme de leite para não pesar na balança) ajudam.

- Alimentação rica em fibras
As fibras estão nos alimentos integrais (pão, macarrão, cereais), frutas, vegetais. Elas também ajudam o organismo a desintoxicar e a manter a glicemia (açúcar no sangue) estável, dessa maneira não sentimos vontade de beliscar o dia todo.

- Consuma alimentos com vitamina B
Os cereais integrais (juntamente com os vegetais verdes escuros e as carnes) são alimentos ricos em vitaminas do complexo B. Essas vitaminas diminuem as dores de cabeça e a vontade de atacar os doces. A Vitamina B6 controla os efeitos da aldosterona, hormônio produzido pela supra-renal na fase pré-menstrual que reduz a excreção de sódio e causa o inchaço.

- Ômega-3 para o bom humor
Os peixes de água fria (salmão, arenque, atum) e óleo de linhaça são ricos em ômega-3, uma gordura que tem propriedades antiinflamatórias e contribui para a diminuição do aparecimento de espinhas e de celulite. O ômega-3 também auxilia na manutenção do bom humor!

- Inclua oleaginosas no cardápio
Nozes, castanhas, amêndoa, pistaches são alimentos ricos em gordura poliinsaturada que combatem também a inflamação. Mas não exagere, pois eles são calóricos.
- Magnésio para controlar a saciedade
Alimentos ricos em magnésio, como abacaxi, vagens, castanhas, nozes, cenouras, folhosos verde-escuros e carboidratos complexos e integrais, controlam a voracidade por doce, o aumento do apetite e a dor de cabeça.

- Bem-estar no prato
Alimentos ricos em triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, responsável pela sensação de bem estar, são muito bem vindos. E são eles: leite e derivados (prefira os desnatados e magros), produtos a base de soja, frutos do mar, feijão, lentilha, arroz e grãos integrais, oleaginosas, ovos e sementes de girassol e gergelim.

- Faça seu intestino funcionar
Alimentos probióticos também são boa pedida, já que um de seus benefícios é enriquecer a flora intestinal, fazendo com que o intestino funcione direito e regularmente e elimine toxinas (subprodutos do metabolismo).

- Zinco é essencial
Para diminuir a irritabilidade, a ansiedade e a insônia, sintomas característicos dessa fase do ciclo, abuse de alimentos ricos em zinco: carnes magras, peixes (incluindo ostras e crustáceos), leite, cereais integrais, feijões e nozes.

Daniela Cryulin

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Perdão

O dicionário bíblico define perdão como o ato de remissão do pecado cometido.

É próprio de Deus perdoar aqueles que se arrependem.
¨Perdoa as nossas dividas, assim como perdoamos nossos devedores.¨ Mateus 6:12
¨Por que esse homem fala assim? Está blasfemando! Quem pode perdoar pecados, a não ser somente Deus.¨Marcos 2:7

Jesus tem o poder e a autoridade de perdoar pecados.
¨Mas, para que vocês saibam que o Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados.¨
Marcos 2:10

O perdão de Deus tem relação com a disposição do pecador para perdoar os que pecaram contra ele.
¨Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas.¨Mateus 6: 14 e 15

Os cristãos devem perdoar-se uns aos outros, assim, como Deus, em Cristo os perdoou.
¨Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou.¨Colossenses 3:13

Quando Deus perdoa, ele o faz por completo.
¨Ninguem mais ensinará ao seu próximo nem ao seu irmão dizendo: Conheça o Senhor, porque todos eles me conhecerão, desde o maior até o menor, diz o Senhor. Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados.¨ Jeremias 31: 34
¨De novo terás compaixão de nós; pisarás as nossas maldades e atirarás todos os nossos pecados nas profundezas do mar.¨Miquéias 7:19
¨Quem afirma estar na luz mas odeia seu irmão, continua nas trevas.¨1João 1:9

Todos os pecados podem ser perdoados, exceto a blasfêmia contra o Espírito Santo.
¨Por este motivo eu lhes digo: Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada.¨ Mateus 12:31

Acredito que o mais difícil para o cristão é perdoar, porem não podemos nos chamar de cristãos de não sabemos perdoar.
O perdão é renovador, libertar nosso coração, arranca toda mágoa e rancor da nossa vida.
Fica sempre a pergunta:
Porque eu devo perdoar aquele que me ofende?
O perdão é um alivio para aquele que perdoa, tira um peso dos ombros e nos deixa mais próximos do PAI.
Cristão aprenda e ensine aos seus a perdoar, perdoar é uma benção que nos foi dada por DEUS, não deixe que se perca no tempo, não deixe que a benção seja levada pelo vento.
Cresça no Evangelho e na Palavra, perdoe sempre.


Graça e Paz!

Juvenal Francisco de Souza Filho
Membro da Comunidade Carisma - Osasco - SP.
E-mail juca@evangelicos.com

Fonte: Juvenal F. S. Filho

sábado, 26 de junho de 2010

CONVIVENDO COM ALTOS E BAIXOS

CONVIVENDO COM ALTOS E BAIXOS

Texto Básico: I Reis 17,18 e 19

Introdução: A bela história de Elias é um claro sinal de que uma pessoa, independente de sua fé, espiritualidade, e firmeza de propósitos, é passível de passar por altos e baixos na sua caminhada com Deus. Vejamos a vida de Elias:

Quando Passamos por “Altos”?

1) Quando Deus nos tira do anonimato e nos coloca no meio de grandes e poderosos para confrontá-los em atos proféticos. Elias aparece do nada (Tisbe, uma pequena aldeia) para revolucionar a agenda do rei Acabe e da profana Jezabel (I Rs.17:1)

2) Quando Deus providencia meios para nosso sustento, usando formas inimagináveis e milagrosas: Corvos, viúvas, pequeno ribeiro, etc. (I Rs.17:6ª9)

3) Quando presenciamos milagres feitos por nosso intermédio: Ressurreição de mortos (17:21e22), fogo do céu (18:38), chuva depois de mais de 3 anos de seca e corrida milagrosa de 25 km à frente do carro do rei (18:46).

4) Quando podemos desafiar quem quer que seja e mostrar que Deus está do nosso lado e pode fazer qualquer coisa por nós (18:39).

5) Quando temos fé suficiente para crermos que uma pequena nuvem, do tamanho da mão de um homem, pode trazer uma violenta tempestade (18:44).

Quando Passamos por “Baixos”?

1) Quando esperamos que as coisas aconteçam de um jeito e acontece de outro: Depois da vitória, Elias esperava a aprovação de Jezabel, mas foi surpreendido pela perseguição (I Rs.19:1e2).

2) Quando ignoramos um claro sinal de Deus: Um anjo lhe acorda com pão e água, ele come e volta a seu estado mórbido anterior: Dormir. Se antes uma pequena nuvem era sinal de milagre, agora nem um anjo é capaz de lhe mostrar a vitória (19:15e16).

3) Quando nos isolamos de todos, pensando que somos exclusivos, que tudo gira em torno de nós, e sem nós, a coisa não funciona (19:10)

4) Quando temos a oportunidade de ficar frente a frente com o Altíssimo e ficamos querendo nos justificar, com autocomiseração, se fazendo de vítima, tentando convencer a Deus de nosso extremo zelo (19:14). – Ps: Deus não nos mandou ser extremamente zeloso, mas sim zeloso apenas. Todo extremo é perigoso.

O que Deus Faz?

1) Mostra-nos nosso equívoco: Tem mais gente passando pelo que estamos passando: Sete mil joelhos que não se dobraram a Baal (19:18).

2) Manda-nos fazer o mesmo caminho de volta (sem atalhos), pelo deserto de Damasco: Mais deserto? Deus não alimenta nossa alto-estima (19:15).

3) Dá-nos trabalho para fazer, nos ocupa com uma terapia funcional: Ungir reis e profetas, era o que ele sabia (19:15e16). Já que pediu a morte, Deus prepara seu sucessor na sua “barba” (19:16).

Mensagem pregada na AD de São Mateus/SP no Congresso de Jovens na Manhã Missionária. Contatos e convites: (11)7325-7380/8516-5787, ou pelo email josiasalmeida33@hotmail.com . Visite nossa web: www.cristoagora.hpg.com.br

PRAZO DE VALIDADE

Prazo de Validade (Ap.11:2ª12)



Introdução: Todas as pessoas chamadas por Deus tem sua história e marca de vida delimitada pelo Senhor. Temos um prazo de validade ou tempo de vida útil. Temos que aproveitar o tempo de Deus.



1) As duas testemunhas foram levantadas no tempo específico (Grande Tribulação), para profetizar 3/2 anos. Cada pessoa nasce na geração certa. Nós nascemos para esse tempo.



a) Podemos encurtar o tempo de vida útil. Elias comeu pão divino e água fresca, mas não voltou para o confronto. Foi para a caverna do monte horebe. Entregou os pontos e ouviu Deus mandá-lo ungir Eliseu em seu lugar.

b) Podemos prolongar o prazo de validade. O rei Ezequias orou pedindo que Deus lhe desse mais tempo e Deus lhe deu 15 anos.



2) Enquanto não tivermos nosso prazo de validade acabado, nos tornamos invencível. Quem se levantar, se levanta para ser abatido ou até mesmo para morrer (5e6). Se armarem cova, quem cai nela e quem armou (Sal.7:15).



3) Quando acabou o prazo de validade, o diabo covarde veio. Antes só usou auxiliares, mas agora ele vem. Ele só ataca quando parece que está tudo perdido. Aparentemente parece que ele venceu. As testemunhas morreram.



4) Eles se tornarão espetáculo público aos homens. Ficarão sem serem enterrados em praça aberta, três dias e meio. Humilhação para os judeus.



5) Com três dias o Espírito de Vida entrou neles e viveram. Foram arrebatados numa nuvem à vista dos seus inimigos. Deus os honrou diante de todos (Juz.16:30). Deus revalida o prazo de validade para uma vitória final (Sansão).



Pr. Josias Almeida - Conferencista em diversas áreas e matérias, tem viajado o Brasil e o mundo levando uma palavra de avivamento, consolo e esperança ao povo de Deus, além de ministrar cruzadas, seminários, convenções e eventos. Fones (11)7176-4968/7325-7380. Email; josiasalmeida33@hotmail.com e home page: http://josiasalmeida.hd1.com.br/.

DESERTO

Base Bíblica:

Êxodo 3: 1 – 21 Chamada de Moisés para o deserto
Marcos 1: 12 Jesus no deserto
Atos 9: 1 – 18 O deserto na vida de Paulo começou no dia da sua conversão
Deus quer nos ensinar algo no meio do deserto, não sei que tipo de deserto você esta passando; no casamento, na família, no emprego ,nas finanças, na saúde, na tristeza, na calúnia, na solidão, no abandono, eu tenho convicção de uma coisa Deus vai te tirar desse deserto apenas aprenda a confiar no seu Senhor e saber que ele esta a ver todas as coisas e breve muito em breve vais sair dele mais forte, mais corajoso e pronto para realizar aquilo que Deus determinou que fizesses.

1. Porque Deus permiti irmos ao deserto?
Deus nos leva ao deserto para que aprendamos do senhor e façamos menção dele

2. O que acontece no deserto?
Fome, sede ,falta famíliares ,amigo, pastor, tem frio, tem calor...dependência total do Senhor.

3. O que vemos no deserto?
A provisão do senhor e a manifestação do Senhor em nossas vidas, a glória de Deus é manifesta no deserto, há um patamar de glória maior.

4. Nosso estado no deserto?
Necessidade de Deus, carência, aperto, sentimento natural de está só, sede de Deus ,MAS _você e Deus no deserto formam uma grande dupla.

5.Quem esta no deserto?
Todos que querem mais de Deus e desfrutar do melhor dele aqui na terra

6.Quem esteve no deserto?
Moisés – Aprendeu submissão e dependência do Senhor
Elias- carência de Deus e confiança nele
Paulo – Poder e confiança de quem era em Cristo, por isso não desistiu
Jesus - Poder e completa confiança na palavra, força do pai

7.Como sai do deserto?
Caráter de Cristão formado e debaixo do poder, resoluto em atender os propósitos de Deus em sua vida.

8.Quem nos tira do deserto?
Só o senhor nos tira do deserto, mas enquanto estamos lá ele nos aquece , nos sacia ,nos veste , nos consola, nos anima, nos fortalece nos ampara.

9.O que é o deserto?
Lugar de formação de caráter, sei que lá é lugar de aperto, aflição ,dificuldades mas depois do deserto Deus é glorificado em sua vida, pois saímos de lá com maturação, conhecimento , entendimento e revelação ,louvor ,glória e poder de Deus.

NO DESERTO PASSAMOS A TER DISCERNIMENTO, OPINIÃO E COM COMUNICAÇÃO DOS DESIGNOS DE DEUS MOSTRADOS PARA NOSSA VIDA
GRANDES REVELAÇÕES DE QUEM É DEUS PARA GRANDES HOMENS FORAM COMUNICADOS NO DESERTO
DEUS SE FAZ PRESENTE NO DESERTO CONOSCO,NÃO ESTAMOS SÓS.
TENHAMOS NOSSAS PROPRIAS EXPERIENCIAS COM DEUS, NÃO VENHAMSO SER MINISTROS DAS EXPERIÊNCIAS DE OUTROS , MAS NÓS MESMO DEVEMOS TER NOSSA EXPERIÊNCIA PESSOAL COM ELE.


Geiza Moura – Natal/RN
geizam@bol.com.br

Fonte: Geiza Moura

Vícios e Drogas

Vício: é uma forma de doença psicológica.

O viciado é um doente, ele precisa de tratamento para se curar.

Droga: É qualquer substância que altera o estado psicológico do indivíduo.

Drogadição é a viciação em drogas.

Os grandes grupos de drogas:

a) Drogas criminógenas: Elas colocam o usuário na marginalidade. Ex.: Maconha, Heroína.

b) Drogas alucinógenas: Elas leva o usuário a alucinação. Ex: Maconha, LSD, STP, Pentabarbital, etc.

Alucinação é uma falsa percepção sensorial experimentada pelo nervo óptico, quando na realidade não existe nenhum estímulo externo. Além, das drogas e doenças mentais, demônios também causam alucinação nas pessoas.

c) Drogas erógenas: Provocam incontrolável excitação sexual, ou impotência sexual. Ex: Metedrina, etc.

d) Drogas egógenas: Suscitam egotismo, arrogância, valentia, prepotência e falsa capacidade de uso da força. Ex.: Álcool, Maconha, STP, DMT, etc.

5) Entorpecentes - Viciados em narcóticos morrem cedo. Nenhuma tragédia poderia ser maior para um jovem do que tornar-se viciado em entorpecentes.

Os entorpecentes afeta o sistema nervos provocando, euforia, excitação, dissociação de idéias, ilusões, alucinações, êxtase, impressão de energia exagerada e outros.

Uma vez descoberto que seu filho é viciado o melhor remédio é encarar o problemas de frente sem se envergonhar ou condená-lo por esta atitude. Só há uma possibilidade de cura para o vício de narcóticos ou outro pecado qualquer, e essa está no sangue de Jesus Cristo, o filho de Deus. Graças a Deus Ele pode quebrar as algemas do pecado e libertár-nos pelo seu poder.

6) Bebida - Um copo, todavia, é, em muitos casos o começo. Ouvimos repetidamente está declaração falsa: "Só um copo não faz mal". É comprovado pelos registros médicos que o álcool enfraquece a mente e o físico. E tem feito uma ceifa onde quer que seja usado, através de: acidente de carro, contendas, doenças, etc.

A Bíblia tem muito a dizer sobre essa questão da bebida. Paulo faz-nos esta clara exortação: "E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda..." Ef. 5.18; no livro de Provérbios 23.29-35, encontramos a descrição daquele pobre, desorientado e confundido beberrão.

A maneira mais simples e mais fácil de resolver a questão da bebida é fugir da primeira taça que lhe foi oferecida. Uma vez que aceitamos a Cristo devemos nos embriagar do Espírito Santo em quem não foi contenda e saciar-nos a nossa sede bebendo da fonte da água da vida que jorra par toda eternidade.

7) Cigarro - Pesquisa recentemente realizadas pelos pesquisadores da Sociedade Americana de Câncer, foram impressionantes e assustadoras. Concluíram que toda espécie de fumo encurta a existência, sendo que o cigarro é de todos o mais perigoso, e o risco aumenta na proporção da quantidade consumida. O risco de adquirir câncer dos pulmões é 15 vezes maior do que os não fumantes.

Sabemos que não nos tornamos ciente pelos que fazemos ou deixamos de fazer, mas pela fé que há em Jesus Cristo. Mas uma vez que aceitamos a Cristo devemos viver de maneira limpa e elevada, para glória dEle. Somente dessa forma podemos preencher as qualificações para sermos seus embaixadores. (II Cor. 5.20).

Fonte: MRP

DIVORCIO

O divórcio existe há milênios, desde que o homem criou a comunidade, o Esta sujeito às leis, em que as autoridades se sentem com a responsabilidades de zelar pelo bom convívio social, pelos direitos individuais, principalmente o direito da propriedade privada dos membros da sociedade.

Se não houvesse organização social também não haveria divórcio. Entre os animais, para ilustra, por não haver organização social, a conjugação entre o macho e a fêmea não implica nenhuma responsabilidade conjugal, nem tão pouco pátri poder. Só na sociedade organizada existe o divórcio.

Vejamos rapidamente a amplitude do problema do divórcio sob os aspectos legais, religiosos, psicológicos, sociológicos.

Aspecto legal

Ao nascermos, entramos numa organização social que existe, de imediato, nosso registro civil para podermos, mais tarde, fazer valer nossos direito Daí em diante, estamos sujeitos à legislação do país e submissos à autoridade governamental. Só escapam a essa submissão os paupérrimos marginalizados e, no outro extremo, os super-privilegiados, os ricos e poderoso que se julgam fora ou acima da lei.

A respeito da lei do divórcio, moderadamente, fogem a ela os que preferem viver maritalmente, sem se preocupar com compromissos legais, e os moralmente irresponsáveis que não querem assumir seus compromissos para com a esposa, os filhos, a sociedade largam a família sem mesmo pensar nos problemas que causam para a mulher e os filhos e à si mesmos.

Exatamente para corrigir esse problema é que surgiu a lei do divórcio. Jesus justificou a licitude do divórcio pela dureza dos corações dos homens. Desde a antiguidade tem existido a prepotência masculina. Só o homem podia dar carta de divórcio. Sob esse ponto de vista, a lei moderna de divorcio evoluiu. Não é só o homem que pode promover o divórcio por qualquer "coisa feia", como Moisés estabeleceu em Deuteronômio 24:1, para dar o direito de divórcio, exclusivamente ao homem. Hoje a mulher está em igualdade de condições legais para requere judicialmente o divórcio, dentro dos limites da lei. Os direitos são iguais e protegem os cônjuges e os filhos, e conseqüentemente também a sociedade.

Aspecto religioso

Os não religiosos aceitam o divórcio; os religiosos, porém, em especial os cristão, fundamentam suas restrições ao divórcio, principalmente no aspecto religioso.

A declaração bíblica de que Deus criou o homem e a mulher para viverem juntos, completando-se um ao outro, é tomada como o estabelecimento do matrimônio, do casamento, instituição civil. Vê-se nisso a indissolubilidade do casamento como ordem divina.

Jesus, falando sobre o divórcio, adicionou: "o que Deus ajuntou não o separe o homem". Essa declaração de Jesus tem dado razão a muita polêmica. Será todo casamento legal, ou simplesmente religioso, feito por Deus? Quantas e quanta pessoas se julgam estar casando pela vontade de Deus e posteriormente descobrem ter sido impossível o Senhor ter promovido esse casamento! Aquela declaração genérica de Jesus não deve ser aplicada a cada caso de união matrimonial. O cristão precisa reconhecer sua responsabilidade pelos próprios atos. Não deve lançar para a responsabilidade de Deus as conseqüências dos seus atos impensados.

Deus nos dá inteligência e sentimentos. Nossos sentimentos devem ser controlados pela razão e usados inteligentemente. Casar-se só por sentir-se atraído sexualmente por alguém do outro sexo é agir puramente como animal. Tentar vencer a solidão unindo-se a outro ser só por medo de ver-se sozinho é muito arriscado. Casar-se para conseguir liberdade do jugo paterno é imaturidade. Usar o casamento como arma para o enriquecimento ou como alguns jovens fazem para ter quem os sustente é infantil. Muitos outros motivos pueris há que desgraça muitas vidas. Buscar o casamento nessas bases é candidatar-se à um possível divórcio. Um casamento que tem por fundamentos esses motivos não pode ser dito que Deus tenha juntado os dois cônjuges.

Sob o ponto de vista bíblico, há duas referências que permitem o exercício do divórcio: encontrar "coisa feia" na mulher, no Velho Testamento, e adultério, no novo Testamento (Dt. 24:1-5 e Mc. 10;1-12). Moisés, como afirmou Jesus, legislou sobre o divórcio por causa da "dureza dos corações humanos". Hoje os seres humanos continuam com os corações duros, razão por que há necessidade de divórcio em nossos dias.
Dizemos que entre os cristãos não deve haver divórcio, mas isso não é mais do que um desejo perfeccionista nosso. Nosso idealismo cristão deve ser mantido, mas não podemos deixar de reconhecer que a vida, em sua realidade, faz com que cristãos fiéis cheguem a enfrentar problemas conjugais tais que os conduzem a buscar no divórcio ou separação o alívio para os seus tormentos.

Aspectos psicológicos

Por não estarem os jovens adequada e convenientemente preparados para o casamento, formam famílias sem estrutura para enfrentar o dia-a-dia em comum. O romantismo natural dos jovens, a inexperiência da vida e o desejo de serem felizes no casamento, mesmo quando no lar paterno não existe felicidade, chocam-se com a realidade da vida a dois.

Cedo os esposos descobrem que o relacionamento entre os dois não vai ser tão fácil como supunham seria. A formação diferente que tiveram, as diferenças de personalidades descobertas, costumes e interesses divergentes e outros pormenores da vida conjugal se tornam obstáculos a serem ultrapassados e, quando não o são, ocasionam a separação e o divórcio.

Quando há filhos do casal, complica-se ainda mais o problema. Nessas ocasiões de separação e divórcio, pertubações psicológicas atingem todos os componentes da família. Em primeiro lugar há a sensação de fracasso, frustração, perda e decepção. A vida em comum criou uma expectativa emocional que, face aos problemas, se desmorona tragicamente. Ninguém se divorcia levianamente. O divórcio é um remédio difícil de ser tomado. Nem sempre o divorciado tem a coragem de enfrentar novo casamento. Tendo sido a experiência dolorosa, falta-lhe, às vezes, entusiasmo para organizar nova vida. A situação econômica do casal é perturbada e as conseqüências da separação são muitas vezes traumatizantes para os filhos que, pela vida afora, às vezes, não conseguem superar os traumas. É comum dizer-se que filhos de pais separados geralmente não têm estrutura psicológica para construir, por sua vez, seu próprio lar.

Aspectos sociológicos

"A família é a célula da sociedade"; essa afirmativa, de tão repetida, tornou-se um truísmo (afirmação óbvia). Ninguém a contesta. Para o bem coletivo, a família é essencial. É no seio dos lares que se formam os cidadãos de um país. Nunca é demais enaltecer-se o valor da família na formação moral, psicológica, religiosa e cívica dos seus componentes. É essa importância social da família que faz com que o Estado se interesse tanto pelo seu bem estar.
As igrejas, por sua vez, reconhecem também o alto valor da família e procuram defendê-la de qualquer coisa que ameace a sua estrutura. No Brasil, foi essa a preocupação, tanto do Estado como das igrejas, que retardou a instituição do divórcio. Novamente se descobre que a boa intensão das leis não é suficiente para vencer a "dureza do coração dos homens".

Sem o divórcio legal, que protege os que desejam divorciar-se, a vida social seria um caos. Apesar de todas as defesas legais em vigor, a família está em perigo, quase em desfacelamento. Infelizmente, sabemos que a hipocrisia social é responsável por isso.

Conclusão

Todos cristão reconhece o valor da família. É essencial para o bem-estar, para a felicidade de todo ser humano. É nela que aprendemos os rudimentos da vida terrestre. Nela aprendemos o que é o amor, fraternidade, solidariedade, enfim, as coisas essenciais para a vida, o respeito à dignidade humana, o conceito de temporalidade do espírito sobre a matéria à nós ensinada através da religião, não apenas formal, mas principalmente vivida dentro do lar e também a importância de vivermos bem relacionados uns com os outros. É bem verdade que a família mal estruturada faz exatamente o contrário. A inexistência do amor, da fraternidade, da solidariedade, da consciência deste trânsito vivido por nós neste mundo é resultado de lares infelizes que dão causa também à sociedade injusta que todos conhecemos.

Como cristãos, nossa preocupação maior é fazer com que nossos lares sejam indestrutíveis. Infelizmente, porém, devemos reconhecer

Fonte: MRP

sexta-feira, 25 de junho de 2010

SAL DA TERRA

Mat.5.13 - Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens.

O que é o sal?

SAL - composto cristalino de sódio (base) e de um ácido, usado como condimento ou na conserva de carnes.

Vamos esta definição:

COMPOSTO CRISTALINO
União decorrente entre o crente (ácido) e Cristo (base)
I CO 3. 11 - Porque ninguém pode lançar outro fundamento (base), além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.

MUITO SALGADO E INSÍPIDO
Quando o sal se torna insípido? Quando há mais ácido do que sal, assim, quando o crente passa a ser mais ele do que Cristo (orgulho) passa a ser sem gosto e para mais nada serve, senão para ser lançado fora da igreja e ser pisado pelos homens

Para que serve o sal?

Para temperar e conservar.

TEMPERAR
é dar gosto à vida e tão chato quanto um alimento sem gosto é uma vida sem gosto. Você tem servido para dar gosto à vida de outros? As pessoas tem sentido prazer em estar ao seu lado? Ou você tem sido um “chato”? O papel do cristão é dar gosto à vida dos outros é entusiasmar a vida dos outros.

PARA CONSERVAR
Além de temperar, o sal também serve para evitar que a carne se estrague, como por exemplo que os nossos nordestinos fazem com a carne de sol.

Agora, veja bem, o mundo à sua volta está se estragando, o que você tem feito para evitar que ele se estrague? Você tem sido sal para estas pessoas? Ou vai preferir ser pisado por elas, por ser insípido?

Veja esta benção de II Re.2. 2: “Então saiu ele ao manancial das águas e, deitando sal nele, disse: Assim diz o Senhor: Sarei estas águas; não mais sairá delas morte nem esterilidade”.

Daí você pode perceber, que para que o mundo à sua volta possa ser melhorado, possa ser transformado da morte para a vida e da esterilidade para a fertilidade, o Senhor vai usar sal, mas sal que tenha utilidade, não o sal que serve para ser pisado.
Você quer viver em um mundo melhor? Quer ter situações confortáveis? Quer tua família, teu emprego, teus vizinhos diferentes? Então seja sal!

Veja também outra utilização para o sal. É sabido que para se chegar diante de Deus, se faz necessário a apresentação de ofertas de sacrifícios, mas, de acordo com o Velho Testamento, tais ofertas só podiam ser apresentadas mediante a colocação de sal:

Eze.43.24 - Trá-los-ás, pois, perante o Senhor; e os sacerdotes deitarão sal sobre eles, e os oferecerão em holocausto ao Senhor.

Lev. 02.13 - Todas as suas ofertas de cereais temperarás com sal; não deixarás faltar a elas o sal do pacto do teu Deus; em todas as tuas ofertas oferecerás sal.

Num. 18.19 - Todas as ofertas alçadas das coisas sagradas, que os filhos de Israel oferecerem ao Senhor, eu as tenho dado a ti, a teus filhos e a tuas filhas contigo, como porção, para sempre; é um pacto perpétuo de sal perante o Senhor, para ti e para a tua descendência contigo.

E o que significa o termo “pacto perpétuo de sal” de Números, lido acima? Você entendeu o que isto significa?

Significa que enquanto houver sal, enquanto nossas vidas servirem para os propósitos divinos, enquanto salgarmos as “carnes” em nosso redor, temos um compromisso com o Senhor.

E O QUE É SER SALGADO?

Mar. 9. 49 - “Porque cada um será salgado com fogo”.

O texto de Marcos, de onde retiramos este versículo acima, está falando de deixarmos de lado todas as coisas que nos podem impedir de chegar ao céu, pois é melhor chegar ao céu faltando alguma coisa, do que ir inteiro para o inferno. Meu amigo, o que falta você deixar de lado para ter um encontro real com Deus? Abra mão de tudo, deixe tudo de lado e se encontra com Deus nesta noite. A sua vida pode até se tornar aflitiva (no mundo tereis aflições - este é a prova de fogo), mas é assim que você será amigo de Deus e ganhará um lugar no céu.

Jo.16. 33 - Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.

O QUE É O SAL?

Mar.9.50 - “Bom é o sal; mas, se o sal se tornar insípido, com que o haveis de temperar? Tende sal em vós mesmos, e guardai a paz uns com os outros”.

Para ter paz é necessário ter sal, então para ter paz é necessário o AMOR, sinta só:

I CORINTIOS [13]
1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
5 não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9 porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;
10 mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.

É com amor que se dá gosto à vida dos outros, que não se deixa estragar os outros, que se oferece sacrifício aceito por Deus e que se vence as provas de fogo, porque o amor tudo vence!

E o mais importante é se notar que, quando o alimento está temperado com sal, logo se tem sede, tem-se que beber água. Assim também o crente, quando tempera, leva os outros a pedir água, a água que o crente tem de sobra para oferecer e que desce gostosa goela abaixo e refresca a alma: Jesus.

JOÃO 4
13 Replicou-lhe Jesus: Todo o que beber desta água tornará a ter sede;
14 mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna.
15 Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede, nem venha aqui tirá-la.

E aí a pessoa passa a viver cheio de Jesus:

Jo.7. 38 - Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva.

E você, quer ser sal hoje?



Daniel Tavares

Fonte: Daniel Tavares